Arquivos da categoria: Espiritualidade

Como Saber se Você é um Empata?

O que é um empata?

Ser um empata significa que você é afetado pelas energias de outras pessoas e tem uma habilidade inata para sentir e perceber os outros intuitivamente. Sua vida é inconscientemente influenciada por desejos, pensamentos e humores de outros. Ser um empata é muito mais do que ser altamente sensível e não está limitado apenas às emoções. Empatas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como conhecer as motivações e intenções de outras pessoas. Ou você é empático ou não é. Esta não é uma característica que pode ser aprendida. Você está sempre aberto, por assim dizer, a processar os sentimentos e a energia de outras pessoas, o que significa que realmente sente, e em muitos casos, assume as emoções dos outros. Muitos empatas experimentam sensações como fadiga crônica, sensibilidades ambientais, ou dores diárias inexplicáveis. É mais provável que todas essas coisas sejam provenientes de influências externas, mais do que vindas exclusivamente de você. Essencialmente, você está andando neste mundo com todo o carma, emoções e energias acumuladas…por outros.

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Você é uma Alma Antiga?

De acordo com o Paradigma da Energia Antiga (os últimos 26.000 anos ou o ‘Grande Ano’), as almas que vieram ao planeta Terra passaram por uma série de vidas. Em cada uma dessas vidas, elas aprenderam e dominaram novas lições, a essência da transformação. Se uma lição não fosse dominada em uma vida, ela seria levada para a próxima. Isso foi chamado de carma.

O carma negativo refere-se a explorar uma lição através de sua expressão negativa (por exemplo, aprender sobre o amor através do ódio). O carma negativo NÃO consiste em expiar ações passadas, mas em aprender sobre essas ações. Por exemplo, se eu *matei pessoas em uma vida passada, eu não tenho que expiar isso agora. Em vez disso, eu preciso aprender sobre as consequências de tirar uma vida e dominar essa lição.

*Nota: Em nome da sobrevivência, todos nós matamos e morremos neste planeta.

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Sobre Dançar Sozinho … E Gostar de Sentir Medo

De acordo com a ciência …

“Há muito tempo os psicólogos querem entender por que os humanos, que evoluíram para buscar a felicidade e o conforto, gostam tanto de filmes de terror. Apesar de existirem aquelas pessoas que não conseguem sequer ler uma sinopse sem sentir medo, muita gente adora assistir cenas de tortura, decapitação, estripação e daí para pior. A sequência de filmes “Jogos Mortais” é uma prova desse gosto pelo horror. A série sobre o serial killer que mata suas vítimas com armadilhas complicadas já arrecadou bilhões de reais em todo o mundo. Porque as pessoas gostam disso? Elas não sentem medo?

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5 Livros de Autoconhecimento que te Farão Muito Bem

O processo de autoconhecimento é importante e enriquecedor. Por meio dele você descobre seus medos, anseios, sonhos, defeitos, qualidades e passa a enxergar o mundo de forma mais clara. Quando você se conhece, se torna menos vulnerável às ações dos outros, pois fica mais autoconfiante e passa a entender melhor seus limites e onde quer chegar. Algumas práticas podem ajudar nesse processo e a leitura de livros de autoconhecimento é uma delas.

Alguns livros são poderosos instrumentos para ajudar você a se desenvolver. Eles ajudam a clarear os pensamentos e nos fazem pensar sobre coisas que ainda não tínhamos nos atentado. Para te ajudar nessa caminhada, separamos aqui uma lista de 5 obras que farão uma verdadeira transformação na maneira como você se vê e na imagem que passa para os outros.

Confira nossa seleção com 5 livros de autoconhecimento que são indispensáveis.

1. Não diga sim quando quer dizer não –  Dr. Herbert Fensterheim e Jean Baer

O livro lida com a dificuldade que nós, seres humanos, temos de negar o pedido do outro. Esse é um problema que acomete a vida de muitas pessoas e é o responsável por boa parte das escolhas erradas que fazemos. O medo de desagradar o outro muitas vezes supera o desejo de agradar a nós mesmos. Quando aprendemos a dizer não, nos tornamos menos vulneráveis ao desejo das pessoas e passamos a agir de acordo com aquilo que acreditamos. Neste livro, os autores defendem a importância de manifestar sua opinião de forma firme e, ao mesmo tempo, pacífica. A experiência de mais de 30 anos do psicanalista Dr. Herbert Fensterheim se transformou em um excelente livro de autoconhecimento.

2. Aprendendo a silenciar a mente –  Osho

De forma leve e irreverente, o Osho transmite alguns conceitos espirituais que podem contribuir no processo de autoconhecimento, como o da importância de manter corpo e mente silenciados por meio da meditação. O livro ensina algumas técnicas que, colocadas em prática, farão o leitor se sentir mais tranquilo e pronto para os desafios. O objetivo da meditação, segundo o autor, é fazer com que corpo e mente, que normalmente não estão na mesma sintonia, caminhem sempre juntos. O equilíbrio proporcionado pela meditação pode ser o caminho para o autoconhecimento.

3. O poder do subconsciente – Joseph Murphy

O livro apresenta a tese de que qualquer pessoa pode alcançar tudo aquilo que quiser desde que acredite plenamente em sua capacidade de atingir esse objetivo. De acordo com o autor, ao aceitar uma ideia, o subconsciente trabalha, até mesmo com meios sobrenaturais, para alcançar essa meta. O livro ainda descreve histórias de sucesso de pessoas que realizaram seus sonhos usando as técnicas ensinadas por Murphy. Reanalisar seus sonhos, para saber como colocá-los em prática, é uma excelente maneira de promover o autoconhecimento.

4. Inteligência Emocional – Daniel Goleman

O livro do PhD Daniel Goleman apresenta sua teoria de como a inteligência emocional é fundamental para alcançarmos nossos objetivos. O autor discorda da hipótese de que a inteligência seja fruto apenas da genética. Goleman acredita que a verdadeira inteligência está relacionada à capacidade de controlar as emoções. E é justamente esta capacidade, de autocontrole e autodescoberta, que ele denomina como sendo a inteligência emocional. Este é um excelente livro para quem quer aprender mais sobre si mesmo e sobre como controlar suas emoções para alcançar objetivos.

5. Equilíbrio e Resultado – Christian Barbosa

Este é um livro para quem está em busca do autoconhecimento como forma de encontrar o equilíbrio em todas as áreas da vida. Por meio de teses, entrevistas e pesquisas, o autor dá dicas de como colocar as ideias em prática de maneira equilibrada, para que você atinja seus objetivos sem perder qualidade de vida. O segredo do sucesso, segundo Christian Barbosa, é manter a vida como uma balança, sempre equilibrada.

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Por Que Tirar um Período Sabático e Viajar para a Índia?

Na correria do cotidiano, pouco paramos para refletir sobre o rumo que estamos dando às nossas vidas (ou para onde estamos nos deixando levar…). Sentimentos de cansaço e angústia às vezes nos fazem parar para (re)pensar em nossa vida pessoal. Sendo assim, uma jornada de autoconhecimento pode ser necessária para descobrirmos qual caminho realmente queremos trilhar, e como fazer para retomá-lo – isso é o que se costuma chamar de período sabático.

O que é o período sabático?

Tirar um tempo para si não deveria ser encarado como um luxo. O período sabático teve origem nas universidades. É um ano concedido aos docentes após seis anos de trabalho no mesmo emprego. Atualmente, esse conceito transbordou aos muros universitários e se faz também presente em algumas empresas – embora ainda não seja prática comum no Brasil.

O que caracteriza o período sabático é uma jornada pessoal de autoconhecimento. É um período para descobrir-se ou reinventar-se, marcando o início de uma vida renovada!

Por que viajar para a Índia?

A Índia é um ótimo destino para quem deseja mergulhar nessa jornada de descobrimento pessoal. O país se localiza na Ásia Meridional e possui a segunda maior população do mundo – atrás somente da China!

Lá você encontrará uma grande riqueza histórica, cultural e religiosa nos diversos templos e monumentos que existem espalhados pelo país. Além dos templos, há muitos spas, ruínas e ashrams – um lugar específico para praticar yoga e meditações. São mais de 400 idiomas e dialetos falados no país – mas não se preocupe, você consegue se virar bem falando um pouco de inglês!

A Índia é um lugar promissor para o período sabático, pois alia o lado místico ao lado humano da vida, em um tipo particular de turismo que, muitas vezes, acaba virando uma peregrinação. É uma oportunidade de contato com várias expressões religiosas e espirituais diferentes, de conviver e refletir extremos como riqueza e pobreza, e experimentar cores e sabores diversos.

Qual é a melhor época do ano para ir à Índia?

O país é conhecido por seu clima desértico – calor intenso durante o dia e frio cortante pela noite. Esse é o principal fator levado em consideração na hora de escolher a melhor época para a viagem. Entre o final de outubro e início de novembro, você encontrará temperaturas mais amenas no país.

Quais as principais informações que devo ter em mente antes de ir para a Índia?

  1. Para entrar no país, você precisa ter o visto e o Certificado Internacional de Vacina contra Febre Amarela – a vacina deve ser tomada com ao menos 11 dias antes da data da viagem. O visto tem duração de 30 dias.
  2. Levar equipamentos bivolts ou automáticos tornam a viagem mais prática. Na Índia, a voltagem padrão é de 220 volts.
  3. Cuidado com a comida. Para quem tem o paladar mais sensível, a comida indiana – muito apimentada e com muito curry – pode não ser agradável. Nesse caso, prefira os alimentos industrializados e muito bem cozidos.
  4. Esteja atento às diferenças culturais. Não é permitido entrar nos templos de sapatos, e tocar na cabeça das pessoas ou mostrar as solas dos pés pode ser considerado ofensivo, por exemplo.

Por toda essa diversidade apresentada, a Índia é um destino propício ao autoconhecimento. Mas lembre-se: esteja aberto para os estranhamentos e choques culturais, tente ao máximo não ler a cultura dos outros como se a sua fosse a única verdade no mundo!

Gostou de conhecer um pouco mais sobre a Índia? Então compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais!

Ela Morreu – e Voltou para Contar!

Os médicos tinham dado a Anita Moorjani apenas algumas horas de vida, quando ela chegou ao hospital em coma, na manhã de 02 de fevereiro de 2006. Incapaz de se mover, como resultado do câncer que tinha devastado seu corpo por quase quatro anos, Anita entrou em outra dimensão, onde experimentou grande clareza e compreensão de sua vida e propósito aqui na Terra. Ela teve a chance de escolher entre voltar ou não à vida, e escolheu voltar quando percebeu que o “céu” é um estado e não um lugar.

Isto resultou, posteriormente, em uma recuperação notável e completa da sua saúde. Este vídeo fascinante vai inspirá-lo a transformar a sua vida ao viver de forma mais autêntica, descobrir suas maiores paixões, transcender seus medos mais profundos, e viver em um lugar de pura alegria. Sua história real vai alterar radicalmente suas crenças atuais sobre si mesmo, o seu propósito na Terra, sua saúde, seus relacionamentos e sua vida!

Obs: Você pode ativar as legendas em português nas configurações do vídeo.

Sobre ela

Anita Moorjani tornou-se sensação internacional desde que seu livro “Dying to Be Me” (“Morri para Renascer”, em português, disponível para compra aqui), atingiu a lista dos mais vendidos do New York Times apenas duas semanas após o seu lançamento, em março de 2012. Ela havia experimentado o que a maioria das pessoas nunca irá; ela “atravessou” e voltou para compartilhar o que aprendeu. Sua notável EQM (Experiência de Quase Morte) e cura subsequente de um câncer em fase terminal é um dos casos mais surpreendentes já registrados.

photoNascida em Singapura, filha de pais indianos, Anita viveu em Hong Kong a maior parte de sua vida. Ela é poliglota e desde os dois anos de idade cresceu falando inglês, cantonês, e um dialeto indígena simultaneamente. Ela trabalhou no mundo corporativo por vários anos, antes de ser diagnosticada com câncer, em 2002.

Ela é a personificação da verdade de que todos nós temos o poder interior e a sabedoria para superar até as situações mais adversas da vida, já que ela é a prova viva dessa possibilidade.

O autor de renome mundial, Dr. Wayne Dyer foi o responsável por trazer a história de Anita para o público, e também escreveu o prefácio de seu livro.

Após o sucesso mundial de seu livro, que está sendo traduzido e publicado em 34 línguas diferentes, Anita tem sido entrevistada regularmente em vários programas de televisão em horário nobre em todo o mundo, incluindo “Fox News”, em Nova York, “The Jeff Probst Show “, em Hollywood, ” National Geographic Internacional”, The Pearl Report ” em Hong Kong, ” HeadStart “com Karen Davila nas Filipinas, um documentário da CNN em andamento, entre muitos outros.

Anita é, atualmente, uma das palestrantes inspiracionais mais procuradas do mundo e seus discursos lotam plateias em todo o mundo.

Atenção Plena: Os Incríveis Benefícios da Meditação Mindfulness

Em um mundo cada vez mais conectado e atarefado, muitas vezes o cuidado com a mente é deixado de lado, como se fosse menos importante. O problema, entretanto, é que negligenciar a saúde da mente acaba tornando-se sinônimo de impactos negativos na saúde do corpo e na vida como um todo.

Para auxiliar nessa questão, existe a meditação Mindfulness, que reúne práticas e técnicas que podem ser aplicadas por qualquer pessoa, de maneira simples. Continue acompanhando e aprenda mais sobre essa prática e como aproveitar os benefícios da Atenção Plena.

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Os Cataphiles e o Submundo das Catacumbas de Paris

As Catacumbas de Paris têm suas origens nas pedreiras de calcário situadas nos arredores da cidade. Este recurso natural tem sido usado desde o tempo dos romanos e fornecido material para a construção de edifícios da cidade, bem como contribuído para o crescimento e expansão da cidade. Foi só depois da segunda metade do século 18, no entanto, que as antigas minas de calcário (agora sob a cidade, conforme ela se expandiu ao longo dos séculos), foram transformadas em locais de sepultamento.

Por volta do século 18, cemitérios parisienses como o Les Innocents (o maior cemitério de Paris) foram ficando superpovoados, dando origem a enterros impróprios, sepulturas abertas e cadáveres expostos. Muito naturalmente, as pessoas que viviam nas proximidades destes lugares começaram a reclamar do forte cheiro de carne em decomposição e da propagação de doenças provenientes dos cemitérios.

Em 1763, um decreto emitido por Louis XV proibiu todos os enterros na capital. A Igreja, porém, não queria perturbar ou mover os cemitérios, e se opôs à sentença. Como resultado, nada foi feito. A situação persistiu até 1780, quando um longo e incomum período de chuva de primavera causou o colapso de uma parede ao redor do Les Innocents, resultando no derramamento de cadáveres putrificados em uma propriedade vizinha. A esta altura, as autoridades francesas foram obrigadas a tomar medidas.

 

Engraving depicting the Saints Innocents cemetery in Paris, around the year 1550.

Gravura que retrata o cemitério Les Innocents, em Paris, por volta do ano 1550.

Em 1786, as antigas pedreiras Tombe-Issoire foram abençoadas e consagradas.

A ideia de usar os túneis abandonados das pedreiras parisienses é creditada ao chefe de Polícia, General Alexandre Lenoir, e levada à cabo por ordem de seu sucessor o Sr. Thiroux de Crosne.

A escolha do local apropriado e execução da tarefa ficou a cargo do ” Service des carrières” cuja tradução poderia ser “Serviço das Pedreiras”, na realidade, um órgão governamental criado em 4 de abril de 1777 para zelar pela segurança e consolidação do subsolo parisiense, tão cheio de túneis e cavernas com constantes riscos de desabamentos.

Demorou dois anos para todos os ossos do Les Innocents serem transferidos para as catacumbas. Este sistema de túneis é oficialmente designado “Les Carrières de Paris” (As pedreiras de Paris ou Subterrâneos de Paris) e, embora o ossuário ocupe apenas uma parte dos túneis, todo o sistema é comumente conhecido como “As Catacumbas de Paris” e chega a 400 km de extensão.

A organização do Ossuário iniciou-se em 1785.

Nas décadas seguintes, ossos foram removidos dos cemitérios nos arredores de Paris para serem enterrados nas catacumbas. Além disso, a prática de enterrar os mortos recentes diretamente nas catacumbas começou após a Revolução Francesa.

Foi apenas em 1859 que a transferência definitiva dos ossos foi realizada, durante a renovação de Paris por Georges-Eugène Haussmann, e o trabalho foi finalmente concluído em 1860. Sete anos mais tarde, as catacumbas foram abertas ao público.

Bones from the former Magdeleine cemetery. Deposited in 1844 in the western ossuary (bone repository) and transferred to the catacombs in September 1859.

Ossos do antigo cemitério Magdeleine, depositados em 1844 no ossuário ocidental (repositório de ossos) e transferidos para as catacumbas em setembro 1859.

Embora as Catacumbas de Paris ainda estejam abertas ao público em geral nos dias de hoje, o acesso é limitado a apenas uma pequena parte da estrutura. Desde 1955 é considerado ilegal entrar nas outras partes das catacumbas.

No entanto, durante as décadas de 70 e 80, as catacumbas foram exploradas ilegalmente por exploradores urbanos parisienses conhecidos como Cataphiles. (Saiba mais sobre eles clicando neste texto). Alguns dos espaços foram, inclusive, restaurados e transformados em espaços criativos. Uma destas cavernas subterrâneas, por exemplo, foi transformada em um anfiteatro secreto completo, com uma tela de cinema gigante, equipamento de projeção, alguns filmes e poltronas. A área vizinha foi transformada em um bar/restaurante totalmente abastecido, onde os clientes do anfiteatro podem fazer um lanche ou uma refeição.

Estima-se que mais de 300 Cataphiles entram nas catacumbas toda semana através de entradas secretas. Não-Cataphiles e turistas, entretanto, muitas vezes não são bem-vindos.

A view of the Catacombs under Paris. The catacombs are a large collection of bones and ossuaries under the city. Engraving, 1855

Gravura de 1855 que mostra uma vista das catacumbas sob Paris.

Desde o seu começo, como uma pedreira de calcário para ser utilizada nos enterros do século 18, até o papel que desempenha hoje na vida dos Cataphiles, as Catacumbas de Paris têm sido uma parte importante da cidade.

Embora a exploração sistemática dos túneis subterrâneos possa trazer à luz a extensão das catacumbas, isso provavelmente não contaria com a aprovação de todos os setores. Afinal de contas, o segredo dos corredores das catacumbas e a oportunidade de fugir da agitação da cidade logo acima, são conceitos atraentes para os Cataphiles, e eles provavelmente não abririam mão de suas assombrações tão facilmente.

Nota: Este texto foi atualizado em 3 de abril de 2016 e as fotos foram tiradas por mim durante visita às catacumbas no dia 2 de abril do mesmo ano.

Informações adicionais: Wikipedia

Calcula-se que as Catacumbas de Paris contenham os despojos de 5 a 6 milhões de pessoas. Os únicos corpos que foram sepultados diretamente nas Catacumbas foram dos mortos nos combates da Revolução Francesa de 28 e 29 de agosto de 1788, na praça do Hôtel de Ville de Paris, de 28 de abril de 1789, na “Manufacture de Réveillon” e de 10 de agosto de 1792, nas Tulherias.

No romance “O Pêndulo de Foucault,  de Umberto Eco, as Catacumbas de Paris são a localização de um pergaminho dos Cavaleiros templários.

Victor Hugo usou seus conhecimentos sobre os subterrâneos de Paris ao escrever “Os Miseráveis“.

Em 1871, membros da Comuna de Paris mataram um grupo de monarquistas em uma das câmaras das Catacumbas.

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A fila para entrar nas catacumbas dobrava o quarteirão, mesmo com chuva.

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Vista do prédio onde se localiza o Ossuário

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o ossuário foi abandonada na época da Revolução Francesa, mas reorganizada em 1809 por Louis-Etienne-François Héricart de Thury para receber visitantes. Os ossos foram cuidado

O ossuário foi abandonado na época da Revolução Francesa, mas reorganizado em 1809 por Louis-Etienne-François Héricart de Thury para receber visitantes. Os ossos foram cuidadosamente empilhados em uma decoração funerária monumental, com colunas dóricas, altares, fontes e placas gravadas. Havia armários mineralógicos exibindo amostras de rocha para explicar a geologia de Paris ao público. Desde o início, os visitantes foram muitos e, por vezes, prestigiosos – tais como o Imperador Francis I, da Áustria, que visitou em 1814 e Napoleão III, que veio em 1860.

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Indicação da rua logo acima.

 

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Pare! Este é o império da morte.

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Ossos do cemitério de St Eustache depositados em maio de 1787

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Ossos do antigo cemitério La Magdeleine depositados no ossuário ocidental em 1844 e transferidos para as catacumbas em setembro de 1859.

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Saída das catacumbas

Informações:

Endereço: 1 Avenue du Colonel Henri Rol-Tanguy, 75014 Paris, France

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10h00 as 20h00

Site oficial: http://www.catacombes.paris.fr/

Dica de filme (para quem gosta de filmes de terror)

Assim na Terra Como no Inferno

Sinopse: Um grupo de arqueólogos está em busca de um tesouro perdido e, para isso, explora o desconhecido labirinto de ossos nas catacumbas abaixo de Paris. Aquela região, conhecida como a cidade dos mortos, revela um segredo que mexerá com a psique humana de modo que os demônios pessoais de cada um voltarão para assombrá-los.